Em ano de eleição, nunca é demais recordarmos a velha máxima que o próprio Jesus nos ensinou: "Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus". É sobre essa diferenciação tão imprescindível que fala o artigo Ideologias não salvam ninguém, mas agimos como se salvassem. Nem a política nem os políticos devem ser elevados à condição de objeto de adoração, pois esse status pertence única e exclusivamente a Deus.
Os cristãos exercem sobre a sociedade sua maior influência não por meio de uma lealdade servil a agendas políticas, mas pela liberdade de subordinar toda e qualquer agenda ao Evangelho de Cristo.
Assim como não devemos cruzar a barreira que separa a Igreja do Estado, também não podemos permitir o inverso, ou seja, que o Estado coíba as pessoas de expressarem a sua fé. Você poderá acompanhar uma discussão interessante e crucial a esse respeito em nosso artigo No Brasil, psicólogos cristãos lutam para expressar sua fé. Nele se discute uma resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP), órgão máximo de regulamentação da profissão no país, a resolução n°. 7, que proíbe, entre outras coisas, psicólogos de usarem seus títulos profissionais juntamente com quaisquer rótulos religiosos, por exemplo, autodenominando-se publicamente psicólogos cristãos.
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